Quem é a favor da VIDA?
Anda tudo num revoliço por causa do suposto referendo - que há-de (
ou não) vir - sobre o aborto, ou a "interrupção voluntária da gravidez" como gostam de lhe chamar os mais eufemistas, porque assim até dá sensação que se interrompe mas quando se quiser (lá está, "voluntário"...) pode-se continuar outra vez. Ou seja, é só mesmo uma interrupção.
Pois, mas não é. Aí é que está. O aborto não é algo que dê para voltar atrás. Mas penso que hoje em dia muito pouca gente das novas gerações tem consciencia disso. Só porque querem ter relações (sim não me digam que não) mais à vontade, sem a preocupação iminente do bebé k pode gerar-se e não há volta a dar, enfim, não se dão conta da seriedade da coisa. E depois, é giro, quando citam argumentos fantásticos como o corpo da mulher e o direito DELA, note-se bem, DELA, de decidir sobre o SEU corpo. É fantástico isto. O corpo da mulher tem lá dentro UM bebé, uma VIDA, um SER. Mas, mesmo assim, é a MULHER (claro o pai nem ajudou a fazê-lo, a mulher desde sempre fecundou bebés sozinha! espermatezóides pra quê??) que decide sobre o seu corpo! Isto é no mínimo, absurdo. Ela não decide sobre o seu corpo como decide fazer depilação ou não, cortar o cabelo ou não, pintar as unhas ou não, usar mini saia ou não! Ela está a decidir o que fazer NÃO ao seu corpo, mas ao FILHO, que foi gerado pelos dois pais e que portanto, ambos têm o mesmo poder de decisão (se é que algum dia vão ter essa hipótese à escolha... eu espero que não). Não é porque, por acaso, a mulher até o carrega no ventre, que o homem não tem que se manifestar. Ele é tão responsável quanto ela, simplesmente a natureza dele não pode mudar, porque eu acredito que muitos pais não se importariam de carregar um filho na barriga 9 meses mais do que muitas mães. Mas isso é como tudo, temos maus e bons exemplos, só não podemos não ter em conta todas as hipóteses.
Outro argumento porreiro são as criancinhas mal amadas que aí vêm, os pais que não têm condições para os sustentar, os filhos que vão ser infelizes a vida toda e então, coitadinhos, preferiam morrer com toda a certeza. Ok, vamos ter este factor em conta. Os pais não têm amor nem carinho nem condições suficientes para dar aos filhos uma boa vida. Isso dá o direito aos pais de não o deixarem escolher se quer ou não uma vida destas ou a morte? Pois, não creio. Deixem-no nascer e crescer e depois ele há-de saber se quer ou não tentar dar a volta por cima e ser feliz, ou dar um tiro na cabeça. NINGUÉM, e isto que eu saiba é o primeiro princípio da nossa sociedade, NINGUÉM pode tirar a vida a niguém. NINGUÉM pode MATAR. A vida é algo que nos pertence mais do que qualquer outro bem e esse ninguém tem o direito de tirar seja mãe, pai, tio, tia, irmão, avó, primo, namorado, amigo, a vizinha, o padeiro... NINGUÈM pode matar e se o fizer é condenado porque é crime. E abortar é matar. Desenganem-se lá com a história das 10 semanas ou das 12 semanas ou de que o bebé não sente e não vê e não fala e por isso pode morrer sem piedade. Isso é querer tapar o sol com a peneira e ser hipócrita. Ou muito ignorante. A partir do momento em que foi fecundada uma vida, É uma vida. Pode não ter os órgãos bem definidos, pode ser mais pequenino que um dedinho. Mas é vida que lá está. Quem mata, é julgado pelo crime. Então, o que é que muda aqui alguém consegue explicar-me? Que parte de matar uma vida é que difere? Não dar oportunidade a alguém de vir ao mundo viver é macabro. Ninguém sabe o que vai ser da criança, ninguém sabe o que vai acontecer para previamente lhe decidirmos o futuro. Sugiro que perguntem à criança se ela preferia morrer ou viver seja lá em que estado fosse? Melhor. Pergunto-vos a vós. O que é que vocês preferiam? (claro que os grandes defensores do aborto me vão dizer que sim, preferiam morrer sem tentar ser feliz, mil vezes, mas eu gostava de vos fazer a pergunta num dia daqueles momentos muito maus da vida...e aí, se continuassem a dizer que sim, gostava muito de vos entregar pessoalmente uma arma carregada em que a única coisa que tivessem que fazer fosse PUM e deixar de existir).
E agora vem a questão das mães com 12 anos que mal sabem o que é a própria vida e já geraram outra. E a questão dos acidentes (muitos não são acidentes, são DES CUI DOS, e IRRESPONSABILIDADE, mas claro, lá está, disfarça...) que ah e tal, meu deus, "o bebé vai-me estragar a vida, ai os estudos, ai ainda nem casei, ai os meus pais, ai nunca mais vou ser feliz, ai esta criança vai-me estragar os planos de sair todas as noites, ai vou ter que casar já...". Fantástico. Nunca o primeiro pensamento é: "caramba!! como vou fazer para que apesar de tudo esta criança tenha o melhor do mundo? como vou fazer pra ser muito boa mãe?" Claro que não, o primeiro pensamento é "o bebé veio-me estragar a vida" e logo a seguir "porque é que eu não enfiei o preservativo direito e ele rebentou?" ou "porque é que eu não tomei a pilula em condições?" Será que o grande problema agora era esse? Ou seria mais, como fazer daqui para a frente COM a criança? Há casas de adopção se o grande problema é esse e se não são capazes de amar como amam os vossos pais, e como eles vos amaram, então tratem de dar à criança uma outra vida que não estrague a vossa, mas que seja uma boa opção para ela. Não olhem para esta afirmação como uma insensibilidade. Insensível e desumano é aquele que mata e não dá oportunidade. Não percebo porque todos fazem caretas a casas de adopção ou instituições do género. Eu não sei quanto a vós, mas eu acho que preferia isso a não existir, porque tenho sempre a hipótese de conseguir constituir uma família no futuro, de ser alguém, tudo depende do esforço da pessoa para a vida. Se esse esforço não existir, obviamente que a vida vai ser infeliz, mas continuamos a ter a hipótese que tínhamos no início, com 2 semanas de vida ou com 18 anos: morrer. Podemos sempre escolher essa opção. O que não podem é escolher por nós.
Sem dúvida que não há direito de se pôr crianças no mundo à balda, sem pensar que devemos dar-lhes condições para se formarem devidamente. Mas nunca, jamais a solução seria o aborto. A solução está primeiro, em educar mais e mais e mais e nunca chega a sociedade que às vezes parece inócua de saber, ou quer parecer. Ainda não há conhecimento de todas os métodos contraceptivos em todo o lado?? Não estamos em África, mas se não sabem, faz-se mais campanhas, faz-se mais programas, faz-se mais publicidade, em todo o lado. Ainda há mães que não sabem como tratar filhos? Ainda há pais que violam filhas? É preciso educar, desde a raiz, desde pequenos. A solução passa por estar atento a todas as situações e oferecer a famílias que não possuem condições de vida mais formação e mais ajudas, a todos os níveis para que possam dar uma boa educação aos filhos. Óbvio que a solução mais fácil seria não os ter. Óbvio que o aborto é o mais fácil. Não dá trabalho nenhum. Mas há que mudar a sociedade e este é um bom ponto para começar. Do mesmo modo que refilam pelo liberalização do aborto, refilem por mais instituições que acolham crianças e que lhes ofereçam boas condições para que não sintam tanto falta de mães e pais e possam vir a ter um futuro realmente feliz. Refilem por mais ajudas a mães solteiras e jovens, adolescentes inconscientes e insensatas que não sabem o que é uma mãe às vezes, vamos refilar por ajuda. Ajuda para que saibam o que fazer com a criança, para que daqui para a frente não mais cometam erros desses, para que tenham tudo para a criança, para que não falte nada enquanto não for ela independente. Refilem por mais divulgação de todos os problemas que a gravidez implica. Refilem por um acompanhamento na saúde mais forte, mais participado. Refilem por meios que possam subsituir a morte de uma criança.
Educação é a palavra. Isto sim é uma atitude a tomar, não a mais fácil.
O aborto não é para ser usado como uma pílula do dia seguinte, neste caso dos dias seguintes. Mas eu sei que na sociedade em que estamos, no nosso Portugal, esta seria a reacção caso o aborto fosse liberalizado. Ninguém pensariam duas vezes em consequências, preservativos para quê? Pílula dá muito trabalho a tomar todos os dias. Os jovens de hoje iam ser ainda mais irresponsáveis do que são e isto não é um pensamento pessimista. Nem conservador. Chamem-lhe o que quiserem. Desde os tempos mais remotos que tirar vidas é punível. Também já foi tempo (ainda o é em alguns lugares...) em que essa era a punição - pagar com a vida. Eu não sei até que ponto não vamos banalizar de novo o conceito vida.
Para mim, se vamos liberalizar o aborto, então podemos mudar o princípio que nos move há tantos anos, antes de qualquer outro: ninguém pode matar outrem. E então a partir daqui, vamos poder andar armados no meio da rua e dar um tiro a quem quer que seja que nos estrague a vida (mesmo que seja por um bocadinho) e somos todos felizes. Que direito tem uma mãe de tirar a vida a um filho que não tenha EU ou TU de tirar a vida a sei lá... um prof que até nem curto porque me "estragou" a vida, e me reprovou num exame e até adiei a entrada na faculdade à custa disso? Morte àqueles que nos vêm estragar a vida, PRINCIPALMENTE àqueles a que nós DAMOS vida, e depois vemos que afinal,"é melhor voltar para onde estavas".
É mesmo como dar um chocolatinho a quem não come nada há dias, deixá-lo segurar na mão, olhar, babar e depois roubá-lo outra vez e comer mesmo mesmo à sua frente.
Pela vida, sempre.
ou não) vir - sobre o aborto, ou a "interrupção voluntária da gravidez" como gostam de lhe chamar os mais eufemistas, porque assim até dá sensação que se interrompe mas quando se quiser (lá está, "voluntário"...) pode-se continuar outra vez. Ou seja, é só mesmo uma interrupção.Pois, mas não é. Aí é que está. O aborto não é algo que dê para voltar atrás. Mas penso que hoje em dia muito pouca gente das novas gerações tem consciencia disso. Só porque querem ter relações (sim não me digam que não) mais à vontade, sem a preocupação iminente do bebé k pode gerar-se e não há volta a dar, enfim, não se dão conta da seriedade da coisa. E depois, é giro, quando citam argumentos fantásticos como o corpo da mulher e o direito DELA, note-se bem, DELA, de decidir sobre o SEU corpo. É fantástico isto. O corpo da mulher tem lá dentro UM bebé, uma VIDA, um SER. Mas, mesmo assim, é a MULHER (claro o pai nem ajudou a fazê-lo, a mulher desde sempre fecundou bebés sozinha! espermatezóides pra quê??) que decide sobre o seu corpo! Isto é no mínimo, absurdo. Ela não decide sobre o seu corpo como decide fazer depilação ou não, cortar o cabelo ou não, pintar as unhas ou não, usar mini saia ou não! Ela está a decidir o que fazer NÃO ao seu corpo, mas ao FILHO, que foi gerado pelos dois pais e que portanto, ambos têm o mesmo poder de decisão (se é que algum dia vão ter essa hipótese à escolha... eu espero que não). Não é porque, por acaso, a mulher até o carrega no ventre, que o homem não tem que se manifestar. Ele é tão responsável quanto ela, simplesmente a natureza dele não pode mudar, porque eu acredito que muitos pais não se importariam de carregar um filho na barriga 9 meses mais do que muitas mães. Mas isso é como tudo, temos maus e bons exemplos, só não podemos não ter em conta todas as hipóteses.
Outro argumento porreiro são as criancinhas mal amadas que aí vêm, os pais que não têm condições para os sustentar, os filhos que vão ser infelizes a vida toda e então, coitadinhos, preferiam morrer com toda a certeza. Ok, vamos ter este factor em conta. Os pais não têm amor nem carinho nem condições suficientes para dar aos filhos uma boa vida. Isso dá o direito aos pais de não o deixarem escolher se quer ou não uma vida destas ou a morte? Pois, não creio. Deixem-no nascer e crescer e depois ele há-de saber se quer ou não tentar dar a volta por cima e ser feliz, ou dar um tiro na cabeça. NINGUÉM, e isto que eu saiba é o primeiro princípio da nossa sociedade, NINGUÉM pode tirar a vida a niguém. NINGUÉM pode MATAR. A vida é algo que nos pertence mais do que qualquer outro bem e esse ninguém tem o direito de tirar seja mãe, pai, tio, tia, irmão, avó, primo, namorado, amigo, a vizinha, o padeiro... NINGUÈM pode matar e se o fizer é condenado porque é crime. E abortar é matar. Desenganem-se lá com a história das 10 semanas ou das 12 semanas ou de que o bebé não sente e não vê e não fala e por isso pode morrer sem piedade. Isso é querer tapar o sol com a peneira e ser hipócrita. Ou muito ignorante. A partir do momento em que foi fecundada uma vida, É uma vida. Pode não ter os órgãos bem definidos, pode ser mais pequenino que um dedinho. Mas é vida que lá está. Quem mata, é julgado pelo crime. Então, o que é que muda aqui alguém consegue explicar-me? Que parte de matar uma vida é que difere? Não dar oportunidade a alguém de vir ao mundo viver é macabro. Ninguém sabe o que vai ser da criança, ninguém sabe o que vai acontecer para previamente lhe decidirmos o futuro. Sugiro que perguntem à criança se ela preferia morrer ou viver seja lá em que estado fosse? Melhor. Pergunto-vos a vós. O que é que vocês preferiam? (claro que os grandes defensores do aborto me vão dizer que sim, preferiam morrer sem tentar ser feliz, mil vezes, mas eu gostava de vos fazer a pergunta num dia daqueles momentos muito maus da vida...e aí, se continuassem a dizer que sim, gostava muito de vos entregar pessoalmente uma arma carregada em que a única coisa que tivessem que fazer fosse PUM e deixar de existir).
E agora vem a questão das mães com 12 anos que mal sabem o que é a própria vida e já geraram outra. E a questão dos acidentes (muitos não são acidentes, são DES CUI DOS, e IRRESPONSABILIDADE, mas claro, lá está, disfarça...) que ah e tal, meu deus, "o bebé vai-me estragar a vida, ai os estudos, ai ainda nem casei, ai os meus pais, ai nunca mais vou ser feliz, ai esta criança vai-me estragar os planos de sair todas as noites, ai vou ter que casar já...". Fantástico. Nunca o primeiro pensamento é: "caramba!! como vou fazer para que apesar de tudo esta criança tenha o melhor do mundo? como vou fazer pra ser muito boa mãe?" Claro que não, o primeiro pensamento é "o bebé veio-me estragar a vida" e logo a seguir "porque é que eu não enfiei o preservativo direito e ele rebentou?" ou "porque é que eu não tomei a pilula em condições?" Será que o grande problema agora era esse? Ou seria mais, como fazer daqui para a frente COM a criança? Há casas de adopção se o grande problema é esse e se não são capazes de amar como amam os vossos pais, e como eles vos amaram, então tratem de dar à criança uma outra vida que não estrague a vossa, mas que seja uma boa opção para ela. Não olhem para esta afirmação como uma insensibilidade. Insensível e desumano é aquele que mata e não dá oportunidade. Não percebo porque todos fazem caretas a casas de adopção ou instituições do género. Eu não sei quanto a vós, mas eu acho que preferia isso a não existir, porque tenho sempre a hipótese de conseguir constituir uma família no futuro, de ser alguém, tudo depende do esforço da pessoa para a vida. Se esse esforço não existir, obviamente que a vida vai ser infeliz, mas continuamos a ter a hipótese que tínhamos no início, com 2 semanas de vida ou com 18 anos: morrer. Podemos sempre escolher essa opção. O que não podem é escolher por nós.
Sem dúvida que não há direito de se pôr crianças no mundo à balda, sem pensar que devemos dar-lhes condições para se formarem devidamente. Mas nunca, jamais a solução seria o aborto. A solução está primeiro, em educar mais e mais e mais e nunca chega a sociedade que às vezes parece inócua de saber, ou quer parecer. Ainda não há conhecimento de todas os métodos contraceptivos em todo o lado?? Não estamos em África, mas se não sabem, faz-se mais campanhas, faz-se mais programas, faz-se mais publicidade, em todo o lado. Ainda há mães que não sabem como tratar filhos? Ainda há pais que violam filhas? É preciso educar, desde a raiz, desde pequenos. A solução passa por estar atento a todas as situações e oferecer a famílias que não possuem condições de vida mais formação e mais ajudas, a todos os níveis para que possam dar uma boa educação aos filhos. Óbvio que a solução mais fácil seria não os ter. Óbvio que o aborto é o mais fácil. Não dá trabalho nenhum. Mas há que mudar a sociedade e este é um bom ponto para começar. Do mesmo modo que refilam pelo liberalização do aborto, refilem por mais instituições que acolham crianças e que lhes ofereçam boas condições para que não sintam tanto falta de mães e pais e possam vir a ter um futuro realmente feliz. Refilem por mais ajudas a mães solteiras e jovens, adolescentes inconscientes e insensatas que não sabem o que é uma mãe às vezes, vamos refilar por ajuda. Ajuda para que saibam o que fazer com a criança, para que daqui para a frente não mais cometam erros desses, para que tenham tudo para a criança, para que não falte nada enquanto não for ela independente. Refilem por mais divulgação de todos os problemas que a gravidez implica. Refilem por um acompanhamento na saúde mais forte, mais participado. Refilem por meios que possam subsituir a morte de uma criança.
Educação é a palavra. Isto sim é uma atitude a tomar, não a mais fácil.
O aborto não é para ser usado como uma pílula do dia seguinte, neste caso dos dias seguintes. Mas eu sei que na sociedade em que estamos, no nosso Portugal, esta seria a reacção caso o aborto fosse liberalizado. Ninguém pensariam duas vezes em consequências, preservativos para quê? Pílula dá muito trabalho a tomar todos os dias. Os jovens de hoje iam ser ainda mais irresponsáveis do que são e isto não é um pensamento pessimista. Nem conservador. Chamem-lhe o que quiserem. Desde os tempos mais remotos que tirar vidas é punível. Também já foi tempo (ainda o é em alguns lugares...) em que essa era a punição - pagar com a vida. Eu não sei até que ponto não vamos banalizar de novo o conceito vida.
Para mim, se vamos liberalizar o aborto, então podemos mudar o princípio que nos move há tantos anos, antes de qualquer outro: ninguém pode matar outrem. E então a partir daqui, vamos poder andar armados no meio da rua e dar um tiro a quem quer que seja que nos estrague a vida (mesmo que seja por um bocadinho) e somos todos felizes. Que direito tem uma mãe de tirar a vida a um filho que não tenha EU ou TU de tirar a vida a sei lá... um prof que até nem curto porque me "estragou" a vida, e me reprovou num exame e até adiei a entrada na faculdade à custa disso? Morte àqueles que nos vêm estragar a vida, PRINCIPALMENTE àqueles a que nós DAMOS vida, e depois vemos que afinal,"é melhor voltar para onde estavas".
É mesmo como dar um chocolatinho a quem não come nada há dias, deixá-lo segurar na mão, olhar, babar e depois roubá-lo outra vez e comer mesmo mesmo à sua frente.
Pela vida, sempre.
