Quem é a favor da VIDA?
Anda tudo num revoliço por causa do suposto referendo - que há-de (
ou não) vir - sobre o aborto, ou a "interrupção voluntária da gravidez" como gostam de lhe chamar os mais eufemistas, porque assim até dá sensação que se interrompe mas quando se quiser (lá está, "voluntário"...) pode-se continuar outra vez. Ou seja, é só mesmo uma interrupção.
Pois, mas não é. Aí é que está. O aborto não é algo que dê para voltar atrás. Mas penso que hoje em dia muito pouca gente das novas gerações tem consciencia disso. Só porque querem ter relações (sim não me digam que não) mais à vontade, sem a preocupação iminente do bebé k pode gerar-se e não há volta a dar, enfim, não se dão conta da seriedade da coisa. E depois, é giro, quando citam argumentos fantásticos como o corpo da mulher e o direito DELA, note-se bem, DELA, de decidir sobre o SEU corpo. É fantástico isto. O corpo da mulher tem lá dentro UM bebé, uma VIDA, um SER. Mas, mesmo assim, é a MULHER (claro o pai nem ajudou a fazê-lo, a mulher desde sempre fecundou bebés sozinha! espermatezóides pra quê??) que decide sobre o seu corpo! Isto é no mínimo, absurdo. Ela não decide sobre o seu corpo como decide fazer depilação ou não, cortar o cabelo ou não, pintar as unhas ou não, usar mini saia ou não! Ela está a decidir o que fazer NÃO ao seu corpo, mas ao FILHO, que foi gerado pelos dois pais e que portanto, ambos têm o mesmo poder de decisão (se é que algum dia vão ter essa hipótese à escolha... eu espero que não). Não é porque, por acaso, a mulher até o carrega no ventre, que o homem não tem que se manifestar. Ele é tão responsável quanto ela, simplesmente a natureza dele não pode mudar, porque eu acredito que muitos pais não se importariam de carregar um filho na barriga 9 meses mais do que muitas mães. Mas isso é como tudo, temos maus e bons exemplos, só não podemos não ter em conta todas as hipóteses.
Outro argumento porreiro são as criancinhas mal amadas que aí vêm, os pais que não têm condições para os sustentar, os filhos que vão ser infelizes a vida toda e então, coitadinhos, preferiam morrer com toda a certeza. Ok, vamos ter este factor em conta. Os pais não têm amor nem carinho nem condições suficientes para dar aos filhos uma boa vida. Isso dá o direito aos pais de não o deixarem escolher se quer ou não uma vida destas ou a morte? Pois, não creio. Deixem-no nascer e crescer e depois ele há-de saber se quer ou não tentar dar a volta por cima e ser feliz, ou dar um tiro na cabeça. NINGUÉM, e isto que eu saiba é o primeiro princípio da nossa sociedade, NINGUÉM pode tirar a vida a niguém. NINGUÉM pode MATAR. A vida é algo que nos pertence mais do que qualquer outro bem e esse ninguém tem o direito de tirar seja mãe, pai, tio, tia, irmão, avó, primo, namorado, amigo, a vizinha, o padeiro... NINGUÈM pode matar e se o fizer é condenado porque é crime. E abortar é matar. Desenganem-se lá com a história das 10 semanas ou das 12 semanas ou de que o bebé não sente e não vê e não fala e por isso pode morrer sem piedade. Isso é querer tapar o sol com a peneira e ser hipócrita. Ou muito ignorante. A partir do momento em que foi fecundada uma vida, É uma vida. Pode não ter os órgãos bem definidos, pode ser mais pequenino que um dedinho. Mas é vida que lá está. Quem mata, é julgado pelo crime. Então, o que é que muda aqui alguém consegue explicar-me? Que parte de matar uma vida é que difere? Não dar oportunidade a alguém de vir ao mundo viver é macabro. Ninguém sabe o que vai ser da criança, ninguém sabe o que vai acontecer para previamente lhe decidirmos o futuro. Sugiro que perguntem à criança se ela preferia morrer ou viver seja lá em que estado fosse? Melhor. Pergunto-vos a vós. O que é que vocês preferiam? (claro que os grandes defensores do aborto me vão dizer que sim, preferiam morrer sem tentar ser feliz, mil vezes, mas eu gostava de vos fazer a pergunta num dia daqueles momentos muito maus da vida...e aí, se continuassem a dizer que sim, gostava muito de vos entregar pessoalmente uma arma carregada em que a única coisa que tivessem que fazer fosse PUM e deixar de existir).
E agora vem a questão das mães com 12 anos que mal sabem o que é a própria vida e já geraram outra. E a questão dos acidentes (muitos não são acidentes, são DES CUI DOS, e IRRESPONSABILIDADE, mas claro, lá está, disfarça...) que ah e tal, meu deus, "o bebé vai-me estragar a vida, ai os estudos, ai ainda nem casei, ai os meus pais, ai nunca mais vou ser feliz, ai esta criança vai-me estragar os planos de sair todas as noites, ai vou ter que casar já...". Fantástico. Nunca o primeiro pensamento é: "caramba!! como vou fazer para que apesar de tudo esta criança tenha o melhor do mundo? como vou fazer pra ser muito boa mãe?" Claro que não, o primeiro pensamento é "o bebé veio-me estragar a vida" e logo a seguir "porque é que eu não enfiei o preservativo direito e ele rebentou?" ou "porque é que eu não tomei a pilula em condições?" Será que o grande problema agora era esse? Ou seria mais, como fazer daqui para a frente COM a criança? Há casas de adopção se o grande problema é esse e se não são capazes de amar como amam os vossos pais, e como eles vos amaram, então tratem de dar à criança uma outra vida que não estrague a vossa, mas que seja uma boa opção para ela. Não olhem para esta afirmação como uma insensibilidade. Insensível e desumano é aquele que mata e não dá oportunidade. Não percebo porque todos fazem caretas a casas de adopção ou instituições do género. Eu não sei quanto a vós, mas eu acho que preferia isso a não existir, porque tenho sempre a hipótese de conseguir constituir uma família no futuro, de ser alguém, tudo depende do esforço da pessoa para a vida. Se esse esforço não existir, obviamente que a vida vai ser infeliz, mas continuamos a ter a hipótese que tínhamos no início, com 2 semanas de vida ou com 18 anos: morrer. Podemos sempre escolher essa opção. O que não podem é escolher por nós.
Sem dúvida que não há direito de se pôr crianças no mundo à balda, sem pensar que devemos dar-lhes condições para se formarem devidamente. Mas nunca, jamais a solução seria o aborto. A solução está primeiro, em educar mais e mais e mais e nunca chega a sociedade que às vezes parece inócua de saber, ou quer parecer. Ainda não há conhecimento de todas os métodos contraceptivos em todo o lado?? Não estamos em África, mas se não sabem, faz-se mais campanhas, faz-se mais programas, faz-se mais publicidade, em todo o lado. Ainda há mães que não sabem como tratar filhos? Ainda há pais que violam filhas? É preciso educar, desde a raiz, desde pequenos. A solução passa por estar atento a todas as situações e oferecer a famílias que não possuem condições de vida mais formação e mais ajudas, a todos os níveis para que possam dar uma boa educação aos filhos. Óbvio que a solução mais fácil seria não os ter. Óbvio que o aborto é o mais fácil. Não dá trabalho nenhum. Mas há que mudar a sociedade e este é um bom ponto para começar. Do mesmo modo que refilam pelo liberalização do aborto, refilem por mais instituições que acolham crianças e que lhes ofereçam boas condições para que não sintam tanto falta de mães e pais e possam vir a ter um futuro realmente feliz. Refilem por mais ajudas a mães solteiras e jovens, adolescentes inconscientes e insensatas que não sabem o que é uma mãe às vezes, vamos refilar por ajuda. Ajuda para que saibam o que fazer com a criança, para que daqui para a frente não mais cometam erros desses, para que tenham tudo para a criança, para que não falte nada enquanto não for ela independente. Refilem por mais divulgação de todos os problemas que a gravidez implica. Refilem por um acompanhamento na saúde mais forte, mais participado. Refilem por meios que possam subsituir a morte de uma criança.
Educação é a palavra. Isto sim é uma atitude a tomar, não a mais fácil.
O aborto não é para ser usado como uma pílula do dia seguinte, neste caso dos dias seguintes. Mas eu sei que na sociedade em que estamos, no nosso Portugal, esta seria a reacção caso o aborto fosse liberalizado. Ninguém pensariam duas vezes em consequências, preservativos para quê? Pílula dá muito trabalho a tomar todos os dias. Os jovens de hoje iam ser ainda mais irresponsáveis do que são e isto não é um pensamento pessimista. Nem conservador. Chamem-lhe o que quiserem. Desde os tempos mais remotos que tirar vidas é punível. Também já foi tempo (ainda o é em alguns lugares...) em que essa era a punição - pagar com a vida. Eu não sei até que ponto não vamos banalizar de novo o conceito vida.
Para mim, se vamos liberalizar o aborto, então podemos mudar o princípio que nos move há tantos anos, antes de qualquer outro: ninguém pode matar outrem. E então a partir daqui, vamos poder andar armados no meio da rua e dar um tiro a quem quer que seja que nos estrague a vida (mesmo que seja por um bocadinho) e somos todos felizes. Que direito tem uma mãe de tirar a vida a um filho que não tenha EU ou TU de tirar a vida a sei lá... um prof que até nem curto porque me "estragou" a vida, e me reprovou num exame e até adiei a entrada na faculdade à custa disso? Morte àqueles que nos vêm estragar a vida, PRINCIPALMENTE àqueles a que nós DAMOS vida, e depois vemos que afinal,"é melhor voltar para onde estavas".
É mesmo como dar um chocolatinho a quem não come nada há dias, deixá-lo segurar na mão, olhar, babar e depois roubá-lo outra vez e comer mesmo mesmo à sua frente.
Pela vida, sempre.
ou não) vir - sobre o aborto, ou a "interrupção voluntária da gravidez" como gostam de lhe chamar os mais eufemistas, porque assim até dá sensação que se interrompe mas quando se quiser (lá está, "voluntário"...) pode-se continuar outra vez. Ou seja, é só mesmo uma interrupção.Pois, mas não é. Aí é que está. O aborto não é algo que dê para voltar atrás. Mas penso que hoje em dia muito pouca gente das novas gerações tem consciencia disso. Só porque querem ter relações (sim não me digam que não) mais à vontade, sem a preocupação iminente do bebé k pode gerar-se e não há volta a dar, enfim, não se dão conta da seriedade da coisa. E depois, é giro, quando citam argumentos fantásticos como o corpo da mulher e o direito DELA, note-se bem, DELA, de decidir sobre o SEU corpo. É fantástico isto. O corpo da mulher tem lá dentro UM bebé, uma VIDA, um SER. Mas, mesmo assim, é a MULHER (claro o pai nem ajudou a fazê-lo, a mulher desde sempre fecundou bebés sozinha! espermatezóides pra quê??) que decide sobre o seu corpo! Isto é no mínimo, absurdo. Ela não decide sobre o seu corpo como decide fazer depilação ou não, cortar o cabelo ou não, pintar as unhas ou não, usar mini saia ou não! Ela está a decidir o que fazer NÃO ao seu corpo, mas ao FILHO, que foi gerado pelos dois pais e que portanto, ambos têm o mesmo poder de decisão (se é que algum dia vão ter essa hipótese à escolha... eu espero que não). Não é porque, por acaso, a mulher até o carrega no ventre, que o homem não tem que se manifestar. Ele é tão responsável quanto ela, simplesmente a natureza dele não pode mudar, porque eu acredito que muitos pais não se importariam de carregar um filho na barriga 9 meses mais do que muitas mães. Mas isso é como tudo, temos maus e bons exemplos, só não podemos não ter em conta todas as hipóteses.
Outro argumento porreiro são as criancinhas mal amadas que aí vêm, os pais que não têm condições para os sustentar, os filhos que vão ser infelizes a vida toda e então, coitadinhos, preferiam morrer com toda a certeza. Ok, vamos ter este factor em conta. Os pais não têm amor nem carinho nem condições suficientes para dar aos filhos uma boa vida. Isso dá o direito aos pais de não o deixarem escolher se quer ou não uma vida destas ou a morte? Pois, não creio. Deixem-no nascer e crescer e depois ele há-de saber se quer ou não tentar dar a volta por cima e ser feliz, ou dar um tiro na cabeça. NINGUÉM, e isto que eu saiba é o primeiro princípio da nossa sociedade, NINGUÉM pode tirar a vida a niguém. NINGUÉM pode MATAR. A vida é algo que nos pertence mais do que qualquer outro bem e esse ninguém tem o direito de tirar seja mãe, pai, tio, tia, irmão, avó, primo, namorado, amigo, a vizinha, o padeiro... NINGUÈM pode matar e se o fizer é condenado porque é crime. E abortar é matar. Desenganem-se lá com a história das 10 semanas ou das 12 semanas ou de que o bebé não sente e não vê e não fala e por isso pode morrer sem piedade. Isso é querer tapar o sol com a peneira e ser hipócrita. Ou muito ignorante. A partir do momento em que foi fecundada uma vida, É uma vida. Pode não ter os órgãos bem definidos, pode ser mais pequenino que um dedinho. Mas é vida que lá está. Quem mata, é julgado pelo crime. Então, o que é que muda aqui alguém consegue explicar-me? Que parte de matar uma vida é que difere? Não dar oportunidade a alguém de vir ao mundo viver é macabro. Ninguém sabe o que vai ser da criança, ninguém sabe o que vai acontecer para previamente lhe decidirmos o futuro. Sugiro que perguntem à criança se ela preferia morrer ou viver seja lá em que estado fosse? Melhor. Pergunto-vos a vós. O que é que vocês preferiam? (claro que os grandes defensores do aborto me vão dizer que sim, preferiam morrer sem tentar ser feliz, mil vezes, mas eu gostava de vos fazer a pergunta num dia daqueles momentos muito maus da vida...e aí, se continuassem a dizer que sim, gostava muito de vos entregar pessoalmente uma arma carregada em que a única coisa que tivessem que fazer fosse PUM e deixar de existir).
E agora vem a questão das mães com 12 anos que mal sabem o que é a própria vida e já geraram outra. E a questão dos acidentes (muitos não são acidentes, são DES CUI DOS, e IRRESPONSABILIDADE, mas claro, lá está, disfarça...) que ah e tal, meu deus, "o bebé vai-me estragar a vida, ai os estudos, ai ainda nem casei, ai os meus pais, ai nunca mais vou ser feliz, ai esta criança vai-me estragar os planos de sair todas as noites, ai vou ter que casar já...". Fantástico. Nunca o primeiro pensamento é: "caramba!! como vou fazer para que apesar de tudo esta criança tenha o melhor do mundo? como vou fazer pra ser muito boa mãe?" Claro que não, o primeiro pensamento é "o bebé veio-me estragar a vida" e logo a seguir "porque é que eu não enfiei o preservativo direito e ele rebentou?" ou "porque é que eu não tomei a pilula em condições?" Será que o grande problema agora era esse? Ou seria mais, como fazer daqui para a frente COM a criança? Há casas de adopção se o grande problema é esse e se não são capazes de amar como amam os vossos pais, e como eles vos amaram, então tratem de dar à criança uma outra vida que não estrague a vossa, mas que seja uma boa opção para ela. Não olhem para esta afirmação como uma insensibilidade. Insensível e desumano é aquele que mata e não dá oportunidade. Não percebo porque todos fazem caretas a casas de adopção ou instituições do género. Eu não sei quanto a vós, mas eu acho que preferia isso a não existir, porque tenho sempre a hipótese de conseguir constituir uma família no futuro, de ser alguém, tudo depende do esforço da pessoa para a vida. Se esse esforço não existir, obviamente que a vida vai ser infeliz, mas continuamos a ter a hipótese que tínhamos no início, com 2 semanas de vida ou com 18 anos: morrer. Podemos sempre escolher essa opção. O que não podem é escolher por nós.
Sem dúvida que não há direito de se pôr crianças no mundo à balda, sem pensar que devemos dar-lhes condições para se formarem devidamente. Mas nunca, jamais a solução seria o aborto. A solução está primeiro, em educar mais e mais e mais e nunca chega a sociedade que às vezes parece inócua de saber, ou quer parecer. Ainda não há conhecimento de todas os métodos contraceptivos em todo o lado?? Não estamos em África, mas se não sabem, faz-se mais campanhas, faz-se mais programas, faz-se mais publicidade, em todo o lado. Ainda há mães que não sabem como tratar filhos? Ainda há pais que violam filhas? É preciso educar, desde a raiz, desde pequenos. A solução passa por estar atento a todas as situações e oferecer a famílias que não possuem condições de vida mais formação e mais ajudas, a todos os níveis para que possam dar uma boa educação aos filhos. Óbvio que a solução mais fácil seria não os ter. Óbvio que o aborto é o mais fácil. Não dá trabalho nenhum. Mas há que mudar a sociedade e este é um bom ponto para começar. Do mesmo modo que refilam pelo liberalização do aborto, refilem por mais instituições que acolham crianças e que lhes ofereçam boas condições para que não sintam tanto falta de mães e pais e possam vir a ter um futuro realmente feliz. Refilem por mais ajudas a mães solteiras e jovens, adolescentes inconscientes e insensatas que não sabem o que é uma mãe às vezes, vamos refilar por ajuda. Ajuda para que saibam o que fazer com a criança, para que daqui para a frente não mais cometam erros desses, para que tenham tudo para a criança, para que não falte nada enquanto não for ela independente. Refilem por mais divulgação de todos os problemas que a gravidez implica. Refilem por um acompanhamento na saúde mais forte, mais participado. Refilem por meios que possam subsituir a morte de uma criança.
Educação é a palavra. Isto sim é uma atitude a tomar, não a mais fácil.
O aborto não é para ser usado como uma pílula do dia seguinte, neste caso dos dias seguintes. Mas eu sei que na sociedade em que estamos, no nosso Portugal, esta seria a reacção caso o aborto fosse liberalizado. Ninguém pensariam duas vezes em consequências, preservativos para quê? Pílula dá muito trabalho a tomar todos os dias. Os jovens de hoje iam ser ainda mais irresponsáveis do que são e isto não é um pensamento pessimista. Nem conservador. Chamem-lhe o que quiserem. Desde os tempos mais remotos que tirar vidas é punível. Também já foi tempo (ainda o é em alguns lugares...) em que essa era a punição - pagar com a vida. Eu não sei até que ponto não vamos banalizar de novo o conceito vida.
Para mim, se vamos liberalizar o aborto, então podemos mudar o princípio que nos move há tantos anos, antes de qualquer outro: ninguém pode matar outrem. E então a partir daqui, vamos poder andar armados no meio da rua e dar um tiro a quem quer que seja que nos estrague a vida (mesmo que seja por um bocadinho) e somos todos felizes. Que direito tem uma mãe de tirar a vida a um filho que não tenha EU ou TU de tirar a vida a sei lá... um prof que até nem curto porque me "estragou" a vida, e me reprovou num exame e até adiei a entrada na faculdade à custa disso? Morte àqueles que nos vêm estragar a vida, PRINCIPALMENTE àqueles a que nós DAMOS vida, e depois vemos que afinal,"é melhor voltar para onde estavas".
É mesmo como dar um chocolatinho a quem não come nada há dias, deixá-lo segurar na mão, olhar, babar e depois roubá-lo outra vez e comer mesmo mesmo à sua frente.
Pela vida, sempre.

29 Comments:
At 11:26 AM,
Anonymous said…
dudinha só pa te dixer que concordo com o k "dixest"... pk realmente o aborto é uma crueldade, uma infantalidade, isto porque é mt mais facil abortar do que aceitar as consequencias dos nossos actos... acidentes acontecem a tds m se n kerem ter a minima hipotese de engravidar entao n tenham relaçoes... e se tiverem um azar entao á k encarar a situaçao até porque por uma nova vida no mundo é a melhor davida da mulher, pode ser aos 14 anos e n é a melhor idade m n deixa de ser maravilhoso e quando n temos capacidds psicologics e financeiras pa cuidar de uma criança entao á por aí tantos casais que anseiam pelo prazer de ter um filho...e infelizmente nao podem...bem aki tá a minha opiniao... beijinhu mt grande dudinha e continua c xte blog pk escreves mm mt bem... beijinhu*** cris
At 4:49 PM,
eduarda said…
Talvez o meu texto tenha uma falha.Nao citei esses casos porque relativamente a eles eu não condeno o aborto e concordo plenamente com o que disseste, mas para esses casos já é permitido o aborto.Não é?realmente nao os foquei pelo simples facto de que quando discuto com alguém sobre o tema,nao falamos desses casos j+a que estamos em acordo.e como a inspiraçao de escrever este texto veio a partir de uma discussao sobre o assunto mal "discutida" porque numa conversa é impossível conseguir apresentar todos os argumentos,sem ser atropelada pelo interlocutor,eu resolvi expor aquilo que nao consegui de facto expressar melhor.Por isso resolvi pôr a resposta àqueles argumentos que me sao dados quando me dizem que sao a favor do aborto,e os quais eu considero realmente abomináveis e sem fundamento.Isto só para te dizer que não esqueci essas situações e que penso que a lei deva ser rigorosa nos seus pressupostos.Só casos extremos em que incluo os de violação e os de deficiencias graves somente.brigada por comentarem,gosto sempre de saber o que pensam a respeito..:D beijao amigo edreee
At 4:49 PM,
eduarda said…
This comment has been removed by a blog administrator.
At 5:24 PM,
Eduardo César said…
O aborto é permitido em situações de má formação congenital, mas a meu ver não o devia ser. É que, a vida tem sempre uma origem divina e, por muito que a reduzirmos à teoria científica, ela sempre permanecerá uma verdade axiologicamente suprapositiva e inexplicável do ponto de vista filosófico. Portanto, a utilização do progresso científico-técnico para determinar se o Ser embrionário apresenta uma aptidão genética normal não deixa de ser uma instrumentalização do ser humano: tal e qual Hitler ordenou a eliminação de todos os deficientes para o melhoramento da raça ariana. É claro que a permissão do aborto nestas circunstâncias não deixa de ser voluntário! A questão centra-se no facto de saber se uma deficiência genética pode determinar a alienação da dignidade de existir de um ser humano por parte do seu criador. Tudo questões muito complexas, as quais na prática têm justificações fudidas. Vou beber um chá de cidreira.
At 12:20 PM,
Anonymous said…
bem prima, espero nao ser deserdada pelo que vou dizer mas tenho que discordar completamente contigo. O referendo está para vir...felizmente parece que o SIM vai ganhar e eu serei uma dessas pessoas...
acho que o teu texto tem um erro...so te referes aos jovens desprevenidos...desinformados ou apenas "jovens"...quanto a esses nao tenho nada a dizer porque acho que o consenso é real. Mas não te esqueças que nem só os jovens adolescentes são possiveis alvos desta pratica.
a questao vital e que se devia pensa acima de tudo e qualquer coisa é...afinal o que é a VIDA.
Se achas que todos os seres que nascem, quando os pais preferiam ter abortado, passam a ter uma VIDA, aconselho-te a fazeres uma pesquisa pelas milhares de ONG's que lidam com isso...vais pelos menos ficar a pensar...(atenção que nao estou a querer que mudes de ideias)
e ja agora...eu acho que cada um tem o direito a decidir sobre o seu corpo, é o livre arbitrio e para mim um filho é o prolongamento do nosso ser. é a maior prova de amor que pode existir entre duas pessoas..
prima, nao te esqueças que nem toda a gente é capaz de fazer juz à palavra Vida e nesses casos nao sei que direito têm de decidir a "vida" que dão aos seus "filhos"...
Eu mal posso esperar pelo dia em que possa sentir o milagre da gravidez, mas por isso mesmo entendo, compreendo e aceito que haja quem tenha motivos muito válidos para a querer interromper.
havia muito a dizer...mas acho que me fico por aqui...depois podemos falar sobre isto se quiseres..
bjinhos e continua a escrever
At 3:22 AM,
Sara said…
Afilhada, a cada 6 minutos morre uma mulher que tentou fazer um aborto clandestino. Isso são milhares e milhares de vidas... A questão não é fazer ou não fazer abortos. É fazê-los com condições ou sem elas.
At 8:10 AM,
eduarda said…
voces sao engraçados. respondendo à sara, morrem por fazer abortos ilegais?nao tenho pena.os bebes delas tambem morrem.e esses nem sequer tiveram oportunidade de saber o que era a vida.nao ha condiçoes?nao o façam.tao simples quanto isso. Prima, pra ti vou so frisa ro que ja escrevi no meu texto. O bebe nao e um prolongamento como lhe chamas do corpo da mulher.isso nem sequer tem discussao. é outra vida, ela nao pode decidir so porque nasce no seu corpo.ate porque ela nao o fez sozinha.eu nao acho sequer que o bebe é mais da mae que do pai so porque ficou 9 meses na barriga dela. Muito menos acho que ela tenha o direito de fazer o que quer com aquilo que acha que é uma continuação do seu corpo, mas não é!é outra vida.isso é areia pos olhos. E depois, se achas que não conheço a realidade também estás enganada.Por conhece-la é que digo que não é essa a solução. Se leste o meu texto todo, entao notaste que o que penso relativamente a isso é que o dinheiro que será dispendido para se fazerrem clinicas para o aborto e essas coisas todas,vá antes para mais instituições e ajudas a pessoas que tiveram filhos e nao tem condições financeiras para lhes proporcionar boa vida. Não é com o aborto que a coisa se resolve, já disse isto. E tenho mesmo muita pena que pensem o contrário. È triste ver tanta gente jovem insensível.E eu nao me referi so aos jovens. Jovens ou adultos, irresponsáveis ou não, culpados ou não da gravidez indesejada.AZAR! È o que te digo. NUNCA em nenhum caso desses eu acho que o aborto é a solução. Conheço gente que já pensou em abortar, e hoje chora todas as noites a olhar para o filho por saber que já teve um pensamento desses. Se fosse legal e fácil fazer um aborto, se calhar muita gente como esta não teria pensado duas vezes e teria agido logo. E agora não choraria todas as noites por ter PENSADO fazê-lo, mas por o ter FEITO. Eu não tenho mesmo pena das mulheres que ficam doentes ou morrem por fazerem abortos ilegais. Acho que é talvez uma consequencia da maldade que fizeram. Nunca vou entender, por mais que me digam que há crianças mal amadas e miséria por aí, que seja possível alguém fazer aborto e conseguir viver bem. Eu acho que a VIDA é a existência e nem tu prima nem ninguém pode decidir pelo bebé a concepção DELE de vida. ElE é que vai saber depois se considera VIDA a dele, se acha que vale a pena lutar por ela ou não. ELE é que vai decidir depois. Porquê antecipar essa decisão?nao ha motivos válidos para isso, quando a situação não é nem a de violação nem a de deficiência grave. E depois é engraçadissimo toda a gente que diz que vai votar no sim garante: "EU???? EU seria INCAPAZ de fazer um aborto!!!" Então expliquem-me por que vão votar sim...se as pessoas que votam sim não é por pensarem que o podem querer fazer um dia, então afinal porque vão votar sim?estão todas a pensar no outro?ohhh....que fofinhos..a solidariedade e uma coisa linda..areia pos olhos mais uma vez. Venham me dizer que é por causa da vizinha que tem muitos filhos a chorar sem comida, sim venham dizer que é para esses. Aposto que nunca lhe deram um bocado de pão para ajudar, mas sim vamos votar sim para ajudar a senhora. Oferecer-lhe uma caixa CONTROL e uma refeição aos filhos ajudaria muito mais não?
At 11:08 AM,
Anonymous said…
querida prima, antes de mais...um conselho para a tua postura profissional...eu sei que é apenas um blog...mas a atitude prevalece sempre...tenta quando, "falares" com alguem, respeita-la...o que implica respeitar a sua opinião e falar com aquela com todo o respeito com que ela te tratou...e com isto refiro-me a mim...porque se te pus um post já por si tive consideração e não falei contigo da mesma forma como te referes a mim...agradeço algum respeito.
agora respondendo-te...
primeiro...tu é que nao deves ter lido bem porque eu nao disse que o bebé é um prolongamento do nosso corpo mas sim do nosso SER...PARA A PRÓXIMA LÊ COM ATENÇÃO ANTES DE COMEÇAR A DISPARATAR.
segundo...eu vou votar sim e nunca disse que nunca faria um aborto...felizmente acho que nunca o farei mas isso nao quer dizer que não o considere algo valido.
terceiro...estas muito preocupada com o dinheiro que se vai gastar nas clinicas?? nao te preopupes porque nao te vai sair nenhum do bolso...são iniciativas privadas...clinicas privadas...o estado nao vai criar nenhuma.
priminha...aqui a questão não tem nada haver com qualquer tipo de moralidade...como me disse uma pessoa que tenho em grande consideração...
...a questão é saber se as mulheres vão presas ou não...se vão continuar a morrer por causa de uma opção ou não...
não é por ser legal que as mulheres o vão fazer mais...até pode ser que tanta mediatização abra mentes e consciencias.
um ponto muito importante que nao te disse antes...não tomes a humanidade como um bando de ignorantes e irresponsaveis...porque não és ninguém para o fazer...não fazes ideia dos motivos e razões que levam pessoas a fazer isso, e como tal...sendo tu tão religiosa...não tens direito de os julgar.
Tens a tua opinião mas acima de tudo APRENDE a respeitar a dos outros...aprender é algo que faz muito bem ao nosso SER...e so com isso vais um dia poder não digo gerar (porque isso é inerente à condição de humanos) mas criar e educar um filho...
quanto ao conceito de vida...vai viajar pelo mundo...conhecer pessoas...e as suas "vidas"...e dpeois define-me isso.
pensa bem no que dizes...em frases como a dos jovens insensiveis...num tema destes nao se integram muito bem infantilidades...como tu propria defendes.
já agora diz-me lá o quão sensivel és para dizer que não te importas com a morte de uma mulher...independentemente da causa ser um aborto...
qualquer mulher que faz um aborto...mesmo tendo tomado essa opção...sofre com isso e não penses tu...nessa~tua intransigencia...que são seres sem sentimentos, irresponsaveis ou o que quer que seja...
dizes que não têm o direito de decidir a "vida" de uma criança...tal como o mundo não tem o direito de decidir a vida delas...crua e friamente é isto...se fores por aí vais dar à historia da galinha e do ovo...por isso arranja outro argumento.
continua a escrever
At 3:50 AM,
eduarda said…
prima, nao faltei ao respeito de ninguém em responder e dar a minha opinião.Tas confusa...nao percebi pk ficaste tao ofendida,mas isso ja se torna comum as pessoas ficarem ofendidas quando defendo com garra alguma coisa em que acredito.nao te ataquei,embora tenhas interpretado assim,apenas divergimos em ideias.nao vejo mal nisso.a questao nao é contigo,é com o assunto.pena que toda a gente hoje em dia confunde isso.e entao xateiam se porque alguem pensa de modo diferente e ficam xateadas so porque eu tenho a frontalidade de o dizer.talvez duma forma agressiva mas sobre isto nao consigo falar doutra maneira.ha coisas que so com a devida agressividade as pessoas tomam consciencia.este tema é um deles.
sim eu LI BEM.e o que tu disseste seja prolongamento do nosso ser ou do nosso corpo,significa a mesma coisa ou nao?o que quiseste dizer com isso nao foi o que percebi?que o bebe é parte da mulher e que por isso ela tem o direito de decidir sobre a vida dele?nao foi isso que quiseste dizer?entao se nao foi peço te que expliques melhor.
a questao nao é se o dinheiro sai do meu bolso ou nao.nao sei pk me fazes esse "ataque", lá está, mas mais uma vez digo te que a questao nao é pessoal, e nao estou a pensar em mim, por isso nao sei o que foi essa boca foleira.o problema não é de onde vem o dinheiro mas O QUE fazer com ele. nao é porque nao sou eu ou tu a dá-lo que eu vou concordar com um má emprego do mesmo. nao é?
moralidade ou nao.chama lhe o que quiseres.é questao de justiça.e é como eu digo.matar é crime.seja de que modo for,seja com que idade for seja quem for que mata ou que morre.para mim é igual.e mantenho nao tenho pena da mulher que morre por ter feito esse mal.insensibilidade?????como podes acusar me de insensibilidade quando tu propria vais votar sim no aborto e dizes que nao sabes podes ou nao vir a faze lo?acho isso angustiante.
e tambem te digo,és muito crente se achas que o facto de passar a ser legal nao vai fazer com que mais gente faça abortos.é que eu nao tenho duvidas como o que vai acontecer é o aborto passar a ser mais um "método contraceptivo" e nao tenhas duvidas de que se o numero de mulheres que agora o faz é grande,depois vai ser muit maior.mas ponho as maos no fogo.
e depois,eu julgo como tu julgas como nos todos julgamos quando falamos deste assunto.é claro que votando sim ou nao estamos a fazer juizos,a ter opiniões sobre quem o faz ou nao.se tu pensas que sim,nao é por isso que deixas de julgar as pessoas.so que julgas de modo diferente de mim.se ninguem fosse julgar as situações e definir uma opinião,entao o melhor seria não fazer referendo.ninguem vai votar.para nao julgar os outros.não é?nao tem muita logica!
e tu tb nao es ninguem para julgar,a pensar assim.ninguém o é. A pensar assim,tens razao, so deus julga.e a minha opinião é simplesmente essa, que só por acaso até coincide com a lei: MATAR É CRIME.digam la o que disserem.mas outra coisa que me esta a chatear é que deves estar a pensar que a minha posição esta algo relacionado com religião seja la o que for. Nao é a igreja que me faz pensar assim. Faz-meos meus princípios,o meu modo de ser. Não tem nada a ver com a religião. Não confundas as coisas por favor.
Eu nao preciso ir longe para saber de motivos.Nem tu. Não é preciso ir viajar (mas se pagares eu alinho :P). Basta estar atento ao mundo (sabes eu ando a tirar o curso de jornalismo até costumo estar!!) e ver o que passa.e basta como ja te disse conhecer pessoas que ja o fizeram que pensam fazer ou pensaram.nao penses que a vida triste e miseravel de pessoas faz mudar de opinião.já expliquei como se resolve mas parece que nao queres ver.
se a mulher sofre por fazer um aborto, o bebe tambem sofreu e nao vai ter hipoteses de ca voltar e ter uma vida (seja la qual ela for, nao sou eu nem tu que construimos esse conceito) e depois para evitar esse sofrimento depois do aborto, é nao o fazer.Não sei se se sofre mais fazendo ou tendo a criança. Isso so o futuro o dirá. E com o aborto legalizado, pensa quantas maes nem vão sequer pensar duas vezes antes de abortar?depois não ha volta a dar e o arrependimento acredito que doa muito a vida toda.mas a opção foi delas.se morrem?ha mta gente que morre no mundo por injustiças piores e sim eu tenho pena.
eu nao tomei ninguem como irresponsavel ou ignorante. mas nao sao pessoas sensíveis à vida e ao ser humano.DE CERTEZA.pensa o que quiseres, que sou inflexivel, intransigente,recta... mas é a verdade.nada eu digo NADA justifica a morte de alguém.se o aborto passar a ser legal, mais vale mudarmos a lei. e os valores da nossa sociedade.e então toda a gente vai passar a poder matar vidas quando lhe apetecer.
nao niguem tem o direito de decidir sobre a vida de ninguém. O mundo também decidiu a MINHA e a TUA vida, PERGUNTO TE: estas descontente com isso??
por tudo o que possas ter passado, não achas que valeu a pena??
ninguém sabe,NINGUEM nem eu nem tu nem a mae ou o pai, ninguém sabe se aquela criança que morreu ia ter uma vida positiva ou negativa ou ia gostar ou não de viver. vale sempre a pena viver. seja lá o que for o conceito de vida. e depois, não sei porquê tanta discussão se a pessoa em questão vai pdoer sempre sempre sempre optar por viver mais, ou matar-se. Mas falo-á quando for CONSCIENTE. e decidirá por si própria.
espero que o choque de ideias não ofenda ninguém, lol, acho isso muito ridículo mesmo.. a ideia não é essa, não procuro magoar, desculpa lá se o efeito foi esse. Não vou deixar de dizer o que penso, nem da forma que digo por causa disso, quando não estou a atacar ninguém. amigos na mesma, mas as ideologias podem ser diferentes, boa?
e depois, quer votes sim ou não,o objectivo que pretendia era só este, por as pessoas a reflectir e a trocar ideias. podemos ate nem mudar de opinião, mas pelo menos ao discutirmos ficamos mais conscientes do que vamos fazer seja para um lado ou para o outro. Nao estou a condenar ninguém,como tu mesma disseste, quem sou eu... estou simplesmente a dar uma opinião diferente da tua e não sei em que é que isso chateia tanto. :) amigas? beijinhos******
At 5:41 AM,
Anonymous said…
prima...nao vou continuar a insistir porque pelos vistos nao vale a pena...
so te digo uma coisa...le bem o que escreves e vê bem quem é que fica chateada com o quê...parece-me que estas enganada...alem disso a tua argumentação, ou melhor contra-argumentação continua a nao me parecer ter grande fundamento mas esta bem.
eu sei que andas em jornalismo mas o que é que isso tem haver com o facto de conhecer o mundo? que eu saiba nao sao nenhuns iluminados...
quanto ao conceito de prolongamento do ser e/ou prolongamento do corpo...custa-me a acreditar que aches que é a mesma coisa...principalmente sendo tu uma aluna de etras e jornalismo...especialistas em desvendar inumeras interpretações numa uinica palavra...como é possivel so veres uma para duas palavras tao diferentes.
quanto à crença, eu não sou nada católica..religiosa talvez. e não acredito que Ele seja a unica pessoa capaz de decidir algo, muito pelo contrario.
ah é verdade...so para teres noção da minha intransigencia, eu sou a favor do aborto e nao pretendo fazer nenhum, chama-se tolerância..e respeito pelos outros independentemente das suas convicções. A maneira como falaste prima é que nao me parece muito tolerante, tnato que és incapaz de sequer equacionar a minha opinião. deixo-te com a tua..
nunca pus em causa sermos amigas, muito pelo contrario, respondi-te com um sentido "pedagogico" com a ideia de enriquecer o teu discurso e contribuir para o teu blog
qual é o proximo tema?
At 1:51 PM,
Sara said…
"Eu não tenho mesmo pena das mulheres que ficam doentes ou morrem por fazerem abortos ilegais. Acho que é talvez uma consequencia da maldade que fizeram". A quantidade de intolerância que há nestas frases. Já pensaste bem que o que estás a insinuar é o principio "Quem com ferros mata, com ferros morre"? Para quem é a favor da VIDA pareces-me presa num paradoxo.
At 1:36 PM,
eduarda said…
madrinha pensa tu bem no que as mulheres fazem ao que criam. nao sou a favor desse principio. mas o que disse foi "é talvez o castigo que têm..." nao, "exijo e acho que devem ter um castigo" mas volto a dizer.nao tenho pena delas.tenho pena da criança que é um inocente e não pode fazer nada para impedir. ao contrario da mae.morreu porque foi inconsciente. isso é como aqueles tipos que bebem como esponjas e se drogam tudo na mesma noite depois têm um acidente e estão à espera que ainda tenhemos pena deles. sinceramente tenho pena de quem está à volta deles, e sofre com isso.e de quem padece por eles.não tenho muita pena de irresponsabilidades tão grandes sobretudo quando são muito repetidas.acho que não vamos passar a mão no aluno que reprova porque não estudou. assim como não vou passar a mão por quem morreu por ter matado. só isso. beijinhos
At 5:33 PM,
eduarda said…
*tenhamos lol o sono....
At 4:48 AM,
Unknown said…
De certeza de que queres ser jornalista?
Quando falamos de algo devemos falar com exactidão e com conhecimento do factos.
Ora bem... está mais que provado pela comunidade científica (axo que não fazes parte dela...) que à 10ª semana de gravidez não ocorre o que tu designas por matar uma vida. Sabes porquê? Porque ainda não há vida nenhuma.. cientificamente ainda não há um ser humano.
E desculpa-me a frieza, mas nestas coisas temos de agir mais com a razão do que com o coração. E pensando com a razão, o que é melhor? Acabar com algo que ainda nem existe, que nem tem a capacidade de sofrer ou de sentir porque de facto não tem vida, ou deixar que esse algo se torne numa criança com sentimentos que vai ser maltratata e possivelmente brutalmente assassinada como ultimamente tem sido noticiado?
E concordo plenamente com a ervilha... abortos sempre os houve e sempre os haverá.. a questão é faze-los em segurança e em condições.
Para terminar, toma consciência de uma coisa. A questão não é dizer "podem abortar à vontade, podem ter relações em protecção". Uma amiga minha já abortou e ainda hoje fala com mágoa disso. Não se toma essa decisão sem pensar muito nela e ponderar todas as opções. Quando decides aborter ficas com um sentimento de mágoa para toda a vida. Por isso não fales de algo que nunca passaste e que nunca sentiste.
E tenho de terminar com este pensamento... Os chamados pró-vida acham-se no direito de decidir pelos outros, de julgar pessoas que não conhecem, de decidir um momento que não viveram nem sequer imaginam o que essas mulheres sentiram e passaram.
Gosto muito de ti, mas considero uma tremenda arrogância e falta de carácter queremos decidir pelos outros. Espero que nunca te aconteca, mas não te esqueças que nenhum método anticonceptivo é 100% eficaz... Imagina o que é teres 20 aninhos e deparares-te com uma gravidez.
Se queres mesmo ser jornalista... Investiga bem os factos, não julgues os outros nem situações que não viveste e, acima de tudo, aceita opiniões divergentes da tua. Eu não te condeno por não quereres fazer um aborto. Condeno-te por teres a ausadia de quereres decidir por milhões de mulheres.
At 1:50 PM,
Anonymous said…
Uau vou comentar o teu blog! lol
Sinceramente, eu concordo com a lei actual... Em que a mulher pode abortar naqueles casos que já foram aqui mencionados...
Acho que, em vez de apostarem num referendo, deveriam apostar numa consciencialização da população, mais informação para aqueles que quase nenhuma recebem (regiões menos desenvolvidas de portugal)...
Promover um melhor acesso aos contraceptivos... Sim, porque não me venham dizer que "ah porque dão nos centros de saúde e tal" porque não me parece que toda a gente se sinta confortável a ir a uma consulta no centro de saúde para depois lhe darem os contraceptivos... Isso acaba por criar uma barreira ao acesso aos contraceptivos...
Claro que "acidentes" acontecem, mas se duas pessoas gostam assim tanto uma da outra para terem relações, uma criança não seria um "problema" assim com tão grandes dimensões... Poderia não vir na melhor altura, poderia adiar alguns projectos por um tempo, mas se era amor que os pais sentiam um pelo outro, é esse amor que vai ser passado à criança...
....
(agr em relação às crianças com deficiências...)
Sim, concordo com o aborto nesses casos... Mas não consigo deixar de pensar que, se por exemplo, a mãe do Stephen Hawking tivesse tido a oportunidade de abortar e o tivesse feito, teriamos perdido um grande génio e um grande revolucionador da ciência, simplesmente porque não conseguimos acreditar que possa existir uma mente brilhante num corpo totalmente definhado...
...
At 2:22 PM,
eduarda said…
joana quase que respondeste por mim."carpe diem",deves ser a angela,lol podias ter assinado.nao gosto nada quando me vem com "insultos" à minha pessoa so porque tenho uma opinião que vos desagrada.nao sou arrogante nunca fui na vida e devias pensar muito bem antes de me dizer algo assim.as pessoas que sao contra o aborto são tão "arrogantes" e tem tanta falta de carácter quanto as que são a favor. Porque todos nós temos a nossa opinião e não é por eu ter esta que tu tens de considerar que eu quero decidir pelos outros ou meter-me na vida de alguém. Eu sou contra e tua favor.nem eu estou a querer comandar a tua vida ao dizer "sou contra" nem tu estas a querer comandar a minha ao dizeres "sou a favor". E depois ha aqui um equívoco.não se trata de decidir sobre a MINHA nem sobre a TUA vida, é sobre a do BEBÉ. e se para ti realmente aquilo que lá está não é nada,então espero que quando fores mãe mudes de opinião porque se não sentes nada pelo teu filho so porque ainda nao tem uma cabeça uns olhos um nariz,então algo está mal.é uma vida sim.é uma vida que se forma desde o momento em que o espermatezoidezinho entra no ovulozinho.e mesmo que aches que não é uma vida.IA SER.e tu ou alguém nao deixou. e depois nao venhas agora meter o jornalismo no meio porque isso não tem nada a ver com o meu blog nem com o que penso.um jornalista não costuma dar a sua opinião nas notícias que faz que eu saiba. nao mistures as coisas.eu estou informada sim.se calhar tu ao pensares que o aborto é uma boa solução para acabar com as tristezas que falaste é que não estás.porque primeiro e como ja disse no meu texto essa nao é a solução.melhor,é a mais facil sim,mas nao é a mais justa nem a mais feliz.ja falei no investimento na educação.e aí,pode demorar mais,mas começamos por resolver o problema pela raíz.E depois,eu nao sou ng pa decidir a vida d ng mas tu tb nao es pa decidir se o bebe ia ter uma vida feliz ou não.voces é que sabem!!é como a joana disse...nunca se sabe se um deficiente vai ter uma mente brilhante..mas desconfia-se e acha-se que é preferível eles morrerem. Assim acham dos meninos que nascem em famílias mais problemáticas.antes morrerem do que lutarem pela vida.
Se estás informada e mais que eu,então deves saber que nao vai mudar grande coisa para essas famílias com o aborto legalizado.ou tu achas que vão passar a ter dinheiro dum dia po outro para poderem fazer abortos todos os anos?pois se calhar não..ou achas que os médicos do estado vão estar todos disponíveis só para vocês,para fazerem abortos?é que eles nao vao ser obrigados a fazê-lo..e achas mesmo que as tais jovenzinhas com 20 anos vao passar a nao ter vergonha de ir fazer um aborto?vao passar a ter apoio dos pais para o fazer?voces acham que muda tudo dum dia para o outro...nao vai deixar de haver mulheres a mandarem se da escada para matarem os filhos da barriga.
e depois nao nao venhas com esse argumento de poder acontecer um acidente.eu não o rejeitaria.com 20 ou com 30.ou agora.ha algo muito mais importante a ter em conta.o bebe.podia ate adiar planos e alterar coisas na vida.mas paciencia.nao haveria d ser o fim do mundo e eu aposto que a maioria dos pais iam dar todo o apoio aos filhos.quando nao se trata de irresponsabilidade,como tu mesma disseste,sao acidentes.ha probabilidade de engravidar com a pilula e o preservativo é minima.tao minima que arriscaria a dizer impossível.so que toda a gente facilita..esse é que é o mal!
e depois.olha bem para o que disseste.condenas me por eu ter a ousadia de querer decidir por oturas mulheres.nao quero decidir por niguém.a lei está feita.ha leis para tudo não é?eu só pretendo que ela não mude.só isso.e se eu nao sou ninguém para as condenar e decidir por elas...quem és tu???para me condenares a MIM??
ainda por cima por eu so ter esta opinião tao semelhante a tantas outras,que devem ser no mínimo metade dos portugueses. então vais condenar todas essas pessoas??? lol tas feita...
At 2:33 PM,
Anonymous said…
Só uma coisinha...
No Juramento de Hipócritas, desculpem, Hipócrates vem que "Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva."
Ora bem... Se todos os médicos têm de fazer este juramento é caso para dizer... "Quem mais jura, mais mente."
At 3:00 PM,
eduarda said…
joana,graças a deus,há muitos médicos que não mentem.e que o prometem e cumprem.ainda outro dia falei com alguém que mo garantiu porque sabe e está no meio e me disse que se contavam pelos DEDOS a quantidade de médicos que diriam Sim eu faço um aborto.porque a maioria recusar-se-ia a fazê-lo e sem pensar duas vezes. Isso deixa me muito mais descansada apesar de eu não fazer ideia desta realidade.sempre vi os médicos (e continuo a ver a maioria)como sedentos de dinheiro sem olhar a coisas que deveriam estar para eles,em primeiro lugar.mas sendo assim,se esta realidade é a verdade,então subiram na minha consideração porque a sede de dinheiro não é mais forte que o sentido de justiça,vida e moral. esperemos que assim seja.beijinhos linda****:)
At 1:04 PM,
Anonymous said…
bem ja percebi k aki a conversa ta animada...lool... a ti eduarda so te tenhu a dxr k concordo plenamente ctg... axo k mulheres k fazem abortos sao irresponsaveis e insconsiente e egoistas, sim pk é mt mais facil matar o problema do k enfrenta-lo... ate pk se é um problema é pk elas n fixeram nada ou kase nada pa os impedir...isto digo pk pa mim um bebe apesar de k possa vir numa má altura é smp uma vida para alem k se o fixest c a pexoa k amas é o simbolo do teu amor c exa pexoa... e nc um problema... infelixmente eu ja tive oportunidd de ter nas maos um feto de 6 meses k foi vitima de um aborto "caseiro" e dps de ter uma coisinha tao pekenina tao perfeitinha cm akela nas maos é impossivel n condenar a mulher k cometeu akele homicidio... pk digo-vos... o feto era perfeito e só morreu pk a mae decidiu meter uns comprimidos na vagina?! se isto n é desumano entao o k é?! e fico por aki pk tenhu k ir embora..lool...beijinhu gand eduarda e continua c o teu blog..é fantastico...cris
At 2:16 PM,
Anonymous said…
bem...eu ja desisti de falar do tema...e fico triste porque tenho que dizer que é IMPOSSIVEL ter uma opiniao diferente da tua prima...tu infelizmente nao a respeitas...ainda nao vi um comentario sequer em que alguem te ofenda e tu nao pares de o dizer...
a unica coisa que tenho mesmo pena é dessa tua intolerancia...como o teu amigo(a) disse...pensa bem se queres ser jornalista...se continuares assim nao vais la...ninguem te diz para nao teres opiniao...mas tens que RESPEITAR A DOS OUTROS...e pelos vistos és incapaz...fico triste em dizer isto, mas depois de ler os 21 posts e ver que por amis que te digam as coisas tu insistes na tua...é a unica conclusao...
bjinhos da tua prima que te adora mas que te dava um puxao de orelhas agora rapariga
At 4:56 PM,
eduarda said…
nao confundas intolerancia com garra na defesa de uma ideia.odeio que me interpretem mal e por isso que te respondo sempre.eu nao desrespeito opiniões,so discordo delas e se queres que te diga,eu procurei perceber a tua opinião e a de todos que comentaram.Isso é que um jornalista deve fazer.Ouvir e procurar perceber.Mas ja te disse mil vezes que isto nao tem nada a ver com jornalismo.meu deus mas será que UMA PESSOA QUE SIMPLESMENTE esta a tirar jornalismo e ciencias da comunicação (assim se chama o meu curso) nao pode ter um blog NORMAL que diga somente respeito à EDUARDA pessoa interior,e não à EDUARDA estudante de jornalismo?????caramba.eu n estou a opinar como jornalista ate porque jornalista nao opina.lol ouve e pergunta e procura respostas e opiniões dos outros,nao suas.e dps publica.eu aqui nao faço isso.qual e a parte que nao percebes?lol prima eu nao ofendi ninguém.e não fales como se toda a gente aqui pensasse como tu.Há quem pense,mas não sei se leste todos os comentários para perceber que eu nao sou assim tao ET,porque há quem pense do mesmo modo que eu.Eu estou a dar a minha opinião,e simplesmente estou a defende la de forma talvez emotiva e com força.nao pretendo magoar ng,e acho ridiculo que isso aconteça.se acontece é porque as pessoas nao sabem distinguir discussão, opiniões divergentes, de uma conversa de amigos.e ja que estas aí a subestimar o meu trabalho jornalístico que nem sequer conheces (que tal pedires me para ver alguns?tenho guardados aqui no computador é so veres,para depois emitires opinião,não gosto que falem ou julguem sem saber das coisas.nao é?antes de emitir opiniões,informa-se sobre elas),mas já que o fazes,eu tenho sim um blog onde posto "coisas" que tem a ver com JORNALISMO,simplesmente porque é o blog que uso para a minha cadeira de online.ja que estas á confundir as coisas,e a duvidar da minha possível imparcialidade,entao visita-o: http://www.espacojcc.blogspot.com
De qualquer forma,quando quiseres ver mais trabalhos meus,não de online, que nao é a área que mais gosto,eu envio-te.
nao gostei nada do que disseste."pensa bem se queres ser jornalista..." é muito feio e magoa muito deitar as pessoas abaixo, principalmente quando estão a adorar o curso e a ter algum,que seja pouco,sucesso, e procuram melhorar a cada momento.mas desde o decimo ano que toda a gente subestima a área das humanidades e das letras e agora o jornalismo.nunca hei de saber se é porque duvidam das minhas capacidades ou por outra razao qualquer.eu estou feliz.muito mais do que se fosse medica,arquitecta ou advogada.Salário minimo?caguei,eu gosto do que faço.
tb gosto de ti feiosa,mas confesso que me surpreendeste
At 1:28 PM,
Anonymous said…
Bem de facto este tema da que falar...
Mas é sempre a msm coisa, encontra se diversas e diferentes opiniões, a cada momento que passa.
Para mim, o aborto é algo horrivel e ainda por cima actualmente há tantos métodos contraceptivos.Mas as pessoas esquecem se ou fazem que se esquecem, dizem q não faz mal, mas quando fcam gravidas, é um desespero total...
E dps arranjam as dscps mais "estupidas" q alguma vez ja se viu.
Mas há casos e casos não é...?
At 6:41 PM,
Anonymous said…
Quem é a favor da vida? Julgo e espero que toda a gente que já aqui usou da palavra.
Quer votando não, quer votando sim no referendo seremos contra ou a favor da vida? Não me parece. Assim sendo, seremos inocentes ao ponto de acreditar que é isso que nos estão a perguntar?
A pergunta que nos estão a fazer, derivada da inevitabilidade do fenómeno em causa, é, não uma questão de vida mas sim uma questão de politica com tendencias feministas. Assim sendo podemos parafrasear a pergunta em causa da seguinte forma: "É a favor da igualdade de direitos para todas as mulheres do nosso país independentemente da sua raça, estatuto, credo ou religião?". Por esta simples razão, voto sim, e acuso sem pudores de cinismo quem votar não.
O aborto existirá sempre, quer seja legal ou ilegal. Baseando-nos neste paradigma pensaríamos da seguinte forma: há duas classes distintas no nosso país - aquelas mulheres que dentro do actual enquadramento legal "vão passar o fim de semana a espanha", e as outras, que por azar "tropeçam e caem pelas escadas". Crua e friamente, os que podem e os que não podem, ou seja, aquelas pessoas que seja porque razão for engravidaram e mesmo que sendo proibido vão abortar na mesma, e aquelas que sendo proibido também o vão fazer mas de forma menos digna. O que está em causa é a dignidade de uma qualquer mulher. Não é o facto de ser proibido que vai interferir na decisão a tomar, porque não estamos a falar de que filme queremos ir ver ao cinema, mas de uma decisão muito dificil e irreversivel. Desta forma, há que criar condições para que não seja priveligiada uma classe de mulheres que têm sempre uma opção alternativa e para que não sejam penalizadas aquelas que têm que se sujeitar a métodos menos consensuais.
Ironia suprema é o facto de geralmente, serem essas mulheres do estrato superior, que à partida já têm mais opções, que mais facilmente teriam condições para criar uma criança independentemente de a desejaram ou não, ou de uma mal formação.
Valerá a pena aumentar este hiato?
Defendam a vossa dignidade e a dos outros e não sejam "Hipócritas" porque, sem ter a certeza, arrisco dizer que de todos aqui nunca ninguém foi ao funeral de um feto de 10 semanas, ou sequer chorou ao saber de um aborto espontâneo no inicio da gestação, tornando assim uma tentativa de defesa de uma suposta vida muito ténue.
Em jeito de conclusão diria que, votando Não fica tudo na mesma, "votando Sim, pode ser que não(...)"!
Da_Psycho
At 8:39 AM,
Anonymous said…
quem é a psycho???lol nao conheço!!assina;)claro k ja chorei por um feto.que ia ser meu irmao.espontaneo ou nao um aborto é sempre uma morte e dói.e quando defendemos o não ao aborto,defendemos pela vida e não pelo suposto choro ou não,ou dor que nos poderia causar.não é questão de doer a mim a morte de um bebé do outro lado do país.é questão de doer ao bebé,que não tem oportunidade de mostrar o que vale nesta passagem pela vida terrena.a solução para essas mulheres sem condiçoes para ter filhos,já expliquei.se pensares tb consegues encontrar outra que não seja uma morte.;)e sim,estamos a falar de vida.se não é vida é o que??
At 9:57 AM,
Sarushka said…
Eduarda:
As pessoas que defendem o aborto muitas vezes dizem coisas da boca para fora, é verdade. Mas isso também acontece no outro lado da moeda.
Os preservativos rompem. As pílulas não são 100% eficazes, nem nenhum método contraceptivo o é. Já imaginaste se tinhas pais intransigentes, que te punham fora de casa sem um tostão só por engravidares? E mais ninguém da tua família te ajudava? E o pai do teu filho abandonava-te? O que é que fazias? Parias no primeiro beco escuro e sujo que encontrasses? Dormias num caixote? Davas restos tirados do lixo ao teu filho recém nascido?
A moralidade não está nem nunca esteve em questão ou discussão, pelo menos para mim. Digo-te com todas as letras que espero do fundo do coração nunca ter de fazer um aborto mas se a VIDA (de que tu falas) assim me obrigar, faço-o. Mas não de boa vontade ou de ânimo leve, como tu pensas. E TODAS as mulheres se matam antes de matar o seu filho, não penses que não. FIcam noites sem dormir, muitas delas enlouquecem. Para mim essas mulheres não são assassinas. São corajosas.
Assassinato ou homicidio e aborto não sao palavras com o mesmo significado linda. Não confundas as coisas. O que o povo democraticamente defende não é o ABORTO EM SI, é a liberdade de escolha da mulher, do homem (que muitas das vezes também decide, embora não penses assim), dos pais. E sim, eles têm direito de decidir. Por algum motivo o aborto só é permitido até X semanas.
Não podes deixar de lado a parte científica da coisa. Os médicos e especialistas não são burros nenhuns e com toda a certeza não vão andar a fazer abortos a torto e a direito.
És religiosa e admiro-te muito por isso. Mas acho que o teu Deus também te ensina a não julgar. Experimenta pôr-te na pele dessas pessoas. Sei que não vais mudar de ideias mas vais, pelo menos, sentir um peso enorme no coração.
Beijinho
At 2:07 PM,
Anonymous said…
Isto estava muito parado, resolvi vir comentar :P
Bem... Respondendo a todos os "nenhum método e' 100% seguro", "acidentes acontecem", "e se forem pobrezinhas" e etc...
Cada um de nós é reponsável por aquilo que faz, certo?
Se copiarmos num teste e formos apanhados, podemos dizer k foi um azar, foi um "acidente", mas de facto, fomos nós que nos pusemos nessa situação.
Se pegarmos num tacho sem uma pega, e nos queimarmos, dizemos k foi um azar, mas nós é que pegamos no tacho quando sabiamos que estava quente.
Quando alguém faz "amor", ou "sexo" ou tem uma "relação", o que lhes quiserem chamar, e se engravidar, tb dizemos que foi um azar, um acidente. Mas, como pessoas informadas e conscientes de que "é assim que se fazem os bebés, não vêm da cegonha" tb sabem que mesmo usando contraceptivos, poderão correr esse risco, poderão engravidar. Estavam conscientes do risco, porque não acarretar com as consequências??
"Mas um filho é diferente, é um ser humano, acarreta responsabilidades, tem necessidades próprias, etc"
Por ser um ser humano é que necessita que alguém proteja o seu direito à vida!
Porque é que se sentem tão dignos de decidir se aquele ser humano deve ou não viver?
Mas agora dizem : "Ah mas antes das 10 semanas não é um ser humano."
Não é um ser humano? Porquê?
Porque ainda não tem a "forma" de um ser humano?
Se é por isso, enganam-se, pois às 10 semanas um embrião já tem a forma de um bebé.
"Mas a comunidade científica diz que às 10 semanas ainda não há vida."
Não sei que comunidade científica é essa, já que a célula é considerada a unidade básica de vida, e por básica entende-se que é a unidade mais pequena em que existe vida.
Mas se querem ir pelo lado científico "da coisa" deveriam saber que a "vida" existe desde a mais pequena célula.
A vida, na comunidade científica, começa na célula, mas na comunidade científica não se sabe quando começa o ser humano. Se perguntarem opiniões, vão ter muito diversas e nenhum cientista lhes vai dizer "É definitivamente às X semanas que a vida humana começe."
Mas obstante a semana, dia, hora, minuto, segundo em que a vida humana comece, todos sabemos que da união dos gâmetas eventualmente nascerá uma criança, um ser humano.
Porque é que é vamos impedir que essa célula, embrião, feto, bebé, resumindo, um ser humano numa determindada fase de evoluçao, nasça?
Porque a mãe cometeu um "erro"? Porque foi um "acidente"?
Se uma mãe comete um "erro", são os filhos que devem pagar por eles? É que é isso que está a ser defendido. Estão a defender que um futuro ser humano pague com a sua VIDA os "erros" e "acidentes" da mãe.
É justo?
Se o filho já tivesse nascido, ninguém acharia justo que ele pagasse por algo que foi a mãe que fez.
Porque é que é diferente enquanto ele está dentro da mãe?
É porque ainda não se pode defender? É porque ainda não tem direitos?
Pelo menos UM direito deveriam ter, o direito à vida!
E mesmo por ainda não se poderem defender é que devemos ser nós a defender o seu direito à vida!
At 5:02 PM,
Anonymous said…
tema bem contorveso aqui, um blog faz sempre bem, tal como a escrita ..
já agora curiosidade parva porque dudibella??
É banal, mas continua a escrever.
At 7:31 AM,
eduarda said…
e explicar quem és nao?lol estudante de jornalismo em coimbra nao conheço!dudibella lolol private joke ;)
At 3:49 PM,
Anonymous said…
Mas conta o curso por ai esta a ser fantastico ?? da para tirar boas notas ?? :O
fika bem *
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